AI Builder
Permite pedir sugestões de próximos passos e até compor um plano inicial de workflow a partir de um objetivo escrito em linguagem natural.
A AI no Selfint não é apenas uma ideia futura. Já existem componentes concretos para ajudar a desenhar workflows, executar passos com AI dentro do processo e acompanhar custos, latência e resultados.
A lógica certa é simples: usar AI onde ela acelera trabalho humano, mas com controlo, contexto e supervisão.
Há formas de uso mais operacionais e formas de uso mais assistidas ao nível de desenho do workflow.
Permite pedir sugestões de próximos passos e até compor um plano inicial de workflow a partir de um objetivo escrito em linguagem natural.
O workflow pode chamar AI para ler input, interpretar conteúdo, gerar estrutura, responder com JSON e mapear o resultado para o resto do processo.
As equipas conseguem criar connections AI, manter prompts versionados, testar com preview e acompanhar logs, tokens, custo e latência.
Estas capacidades estão já refletidas nas superfícies de administração e no código do produto.
Permitem configurar referências reutilizáveis por cliente, com provider, base URL, modelo por defeito e associação a credenciais API.
Os prompts podem ser guardados com nome, referência, versão, estado e schema de variáveis, para reutilização consistente.
Antes de ativar, o admin pode enviar input de exemplo para validar comportamento, output e eventuais erros.
É possível filtrar execuções AI por cliente, workflow, step, provider, connection ou modelo, com visibilidade de tokens, custo e latência.
Há endpoints e hooks já preparados para obter sugestões de design e compor um plano de workflow com testes incluídos.
No step editor existem opções para OpenAI, Azure OpenAI, Ollama e HTTP custom, conforme o contexto de integração.